sexta-feira, 10 de maio de 2013

EM DEFESA DOS PROFESSORES DE COARACI.


Eu preciso falar das coisas que só acontecem em terras de Coaraci.
Primeiro um nobre vereador, eleito pelo povo, ofende 85% dos professores da nossa tão amada cidade.
Numa sessão da semana posterior, fez questão de ressaltar que não retirava uma palavra sequer de tudo o que disse.
O Sindicato da categoria então, manda um ofício à Casa Legislativa, onde quem ali trabalha é funcionário do povo, pedindo a gravação dos pronunciamentos na "dita" sessão e solicitando também o direito de utilizar a plenária da CASA DO POVO, MANTIDA PELO POVO e onde supõe-se TRABALHA-SE PARA O POVO, para esclarecer o trabalho do professor - chamado "carinhosamente" por um dos representantes do POVO de, entre outras coisas, SANGUESSUGA.
Pois bem, estive lendo hoje a resposta daquela casa ao sindicato e qual não foi a minha surpresa quando lá estava escrito que, as sessões não são gravadas, mas que um site de notícias da cidade poderia disponibilizar cópia dos "falares" dos vereadores e que o direito de resposta não poderia ser concedido porque não foram citados NOMES durante o pronunciamento do nobre edil.
É preciso apenas que todos daquela casa saibam que, o nome próprio de todo profissional que trabalha em sala de aula, sem recursos, em escolas sem condições de funcionamento, com mais de 30 alunos por turma, que fica sem receber seu 13º salário, que tem o salário defasado, mas ainda assim, estuda com sacrifício e dá o melhor de si para a construção dessa terra chamada Brasil, é PROFESSOR. Portanto, o meu nome e o nome de dezenas de colegas foi citado naquele dia e TODOS NÓS fomos ofendidos duas vezes pelo vereador e uma vez pela CASA quando não nos deu o direito a defesa.
E PARA TERMINAR, SÓ ENFATIZAR QUE, 2014 É ANO ELEITORAL E 2016 NEM ESTÁ TÃO LONGE ASSIM!

Ps. Como não cito nomes....também não ofendo ninguém...simples assim!
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sexta-feira, 3 de maio de 2013

PEDRO RUI BARBOSA - Somos nove Barbosas.


Poema publicado no Caderno Cultural de Coaraci: www. informativocultural.wix.com/coaraci



SOMOS NOVE BARBOSAS

São nove filhos lá em casa
Já foram 10 no total
Das Graças, virou estrela
Sempre vista do quintal
Todos de Maria das Neves
Da lavra do Véio Lau.
Primeiro, são quatro irmãs
Agradecemos a sina
Tem Valdete, Marinalva, Laudelice e Argentina,
Todas são u’as formusuras
São nossas lindas meninas.
Laudelice é a primeira
Vive uma história exemplar 
Invertendo a natureza,
Vindo seus frutos gerar,
Depois como linda flor 
Ao mundo desabrochar.
Depois veio Argentina.
Logo depois da primeira
Virou mãe de todos nós
Que une a família inteira
Sábia, sincera, dedicada
Forte, amiga e conselheira.
Marinalva, Marina, Nalva
Qualquer nome tem valia
A nossa eterna princesa
Rainha da estripulia
Chega espantando a tristeza
Nos enchendo de alegria
A caçulinha é a Walda
A morenaça Barbosa
Esbanjando alegria
Eternamente formosa
Com ela não tem problema
É competente e amorosa.
Dos homens tem Eduardo
Que com força e coração
Representa nossa garra
Ao limite da emoção
Nos faz assim como ele
Guerreiros por devoção.
Toinho é só coração
Sincero, amigo leal
Ele é o nosso cara.
Parecido com o Veio Lau.
Que só mexe em mingauquente
Usando colher de pau.
Cloves, além de inventor 
Representa a energia
Amor incondicional
Sai tristeza, entra folia
Nos ensina que a vida
É uma eterna alegria.
Barbosa ficou Paixão
O citamos com freqüência
Representa o intelecto
È a nossa referência
Que coloca a família
Nos anais da inteligência.
Prezados, o que vos fala:
E que a palavra não glosa
Dedicado nestes versos
Rimando rosa com tosa
O nome que traz consigo
Refém dessa tosca prosa
Ultimando essas palavras
Irmãos eu sou Pedro Rui Barbosa.
Em 12/05/2009, Salvador-Bahia.

CARLOS BASTOS - BAR E SINUCA DO ABDALA.


O Bar e Sinuca de Abdala
Fonte: Texto adaptado por PauloSNSantana.
Publicação://informativocultural.wix.com/coaraci

Fontes: Texto de Carlos Bastos em Junho de 2011

Entrevista com Renato Fraife.

O Sr. Abdala Brid Fraife, nasceu em Salvador na Bahia onde morou na Cidade Alta, filho de José Fraife e de Rita Brid. Nos anos 30 vem para Coaraci, onde se estabelece e conhece a Senhora Vanda Fontes com quem se casou e tiveram três filhos: Renato, Luiza e Márcia. Abdala gostava de brigas de galo e de jogar sinuca. Praticava este esporte diariamente em seu Bar, que era um local de encontros de amigos e aficionados pelo jogo. O Bar de Abdala era frequentado por apreciadores de sinuca, lá era exigido respeito e ninguém podia permanecer sem camisa. Os frequentadores queriam jogar e apreciar as excepcionais jogadas dos mestres da sinuca. O Bar de Abdala era um palco onde se apresentavam os melhores e mais respeitados jogadores de sinuca da Região Cacaueira. Lá se encontrava jogadores do quilate de Rato Branco, Serrinha, Carne Frita, Ratinho, Jesus, Manoelzinho, Silvestre, Gerson, Bombaim, Rui Chapéu, Michelin, Justo, e Padre Véi. O jogador de futebol Perivaldo, famoso na época, veio a Coaraci para conhecer estas feras, e saiu impressionado com o que presenciou naquele espaço. Abdala foi incomparável, um campeão que jogava com maestria, como se o taco fosse parte de seu corpo. Sabia como ninguém encaçapar uma bola. Costumava ganhar sempre, e contra ele não havia adversário à altura. Era um mestre genial. Seus adversários quase sempre admiravam as suas incríveis jogadas. Independente dos adversários jogava com a mesma disposição. Mas aquele tempo passou, e hoje alguns jogadores aposentaram-se, outros perderam o interesse, muitos deixaram este mundo, e o nosso amigo Abdala nos deixou também. O Bar de Abdala hoje pertence às suas filhas Luiza e Márcia, é um ponto de encontro, onde se reúnem pessoas da sociedade coaraciense para um bate papo sadio.


CARLOS BASTOS - Uma mera opinião.

Artigo sobre a política em Coaraci, onde o cronista expressa sua opinião de eleitor que já vivenciou muitos momentos que lhe deram experiência política necessária para poder transmitir suas idéias.



UMA MERA OPINIÃO
Carlos Bastos

Li recentemente que o vereador José Vanderlino (Mamigo), num desabafo, requereu providencias da presidência da câmara pelo que ele chama de emperramento dos trabalhos da casa legislativa por parte do executivo e utilizando como principal argumento o descumprimento do prazo legal do envio dos balancetes para analise , ainda faz a afirmação de que “a câmara tem se acomodado e os pedidos feitos a prefeitura não se tem resposta.”.
Quero parabenizar ao vereador Mamigo pela exigência do cumprimento da legislação e ao mesmo tempo divergir da uma visão externada no bojo do seu pronunciamento: “Não vim aqui para ser oposição a Josefina e ao povo de Coaraci, mas para ajudar o município”.
Discordo meu amigo, você foi eleito para fazer oposição à prefeita SIM! Assim como Rosival Carvalho, Rúbia, Nino Torquato e Neto da Colina, todos foram eleitos sob uma plataforma oposicionista. Se não fosse oposição você teria sido eleito por uma coligação da base de sustentação do l governo e não ao contrário como foi. Esse é o papel que o povo de Coaraci lhe delegou.
E tenha a certeza de que estará cumprindo bem este papel se fizer uma oposição responsável, fiscalizando os atos do executivo e denunciando a má gestão, quando por desventura isso ocorrer. Isso também é ajudar a cidade e ao povo de Coaraci

JAZZ BOLACHA - Pedro Rui Barbosa.



Quando retornei dos 59 anos do Bolacha para Salvador, ainda na estrada, conversava com Luizinho Cunha sobre a idéia de Quinto em convidar o Maurício Kubrusly (TV Globo) para fazer uma daquelas suas humoradas reportagens sobre o Jazz Bolacha. Confesso que estava em dúvida sobre o que falar do Bolacha, pois o que mais nos envolve e motiva no boteco é a parte dos sentimentos: alegria, companheirismo, saudades e saudosismos, lembranças, causos, verdades, mentiras, enfim, coisas de valores intangíveis, que nós, BOLACHEIROS DE BOA CEPA, nos orgulhamos e fazemos questão de enaltecer - e tome pimenta de Ivo nisso. Pois é, como roteirizar isso? Aí Luizinho, enfático, me disse: mas dá Rui! E aí caí na (ir)real: é só detonar o cartesiano e partir para o lúdico. Pega Ivo, Zé Milome, Dr. Eldebrando, China, Nay, Barbosa, Paulo Caninha e tantos outros do mesmo quilate e tome lembrar dos ícones imortais do passado, do presente e do futuro, manda aí as estórias, o jeito, o material de construção, a arquitetura perfeita do barraco (lembra a Torre de Pisa - tortinho), as “fôia-pôde” dentre elas a famosa "coligação", os tiragostos arrumados na hora, a cerveja remotamente gelada, as restaurações de tinta hidrocor, o chão batido, o painel de fotos aleatórias, a generosidade espacial para os poetas, os artigos, as notícias presas de qualquer jeito, os acordes que varam os tempos de Dilermando aos talentosos Nay, Walmir, Roger, Ícaro, Anderson e tantos outros de hoje e do futuro, pegue tudo isso sob a batuta do Mestre Ivo Bolacheiro e encha o caderno de Kubrusly. Quinto, veinho, vai arrebentar...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

JAZZ BOLACHA.- Caneca.

O KIT Bolacheiro têm vários itens: a caneca é o mais importante, pois sem a caneca fica difícil acompanhar os parceiros nas comemorações. Quais as comemorações? qualquer ato é motivo para comemorar e o mais importante: BEBEMORAR.