quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Sinais da cólica equina

Foto clicada na Fazenda Exemplar, nossa micro propriedade rural.

Sinais da cólica equina
As cólicas equinas são problemas frequentemente diagnosticados nos animais, causam intensa dor levando a um desempenho negativo das atividades realizadas.
Dentre as causas prováveis da cólica podemos descrever as mudanças bruscas na alimentação; cama feita de palha ou feno; mudança brusca no tipo de atividade/exercício realizado; falta de água; irritação ou estresse durante o transporte, desgaste, primeiras ferrações; grande período sem água e depois grande ingestão de água; entre outros.
A cólica mais diagnosticada nos equinos é a cólica por impactação, resultado da alteração brusca na alimentação, que leva a uma má digestão, e a comida passa pelo aparelho digestivo sem estar completamente desfeita, causando intensa dor devido ao acúmulo de fezes no intestino, impedindo que o animal faça as necessidades fisiológicas.
Os sintomas característicos são: o animal deita-se, ou tenta espojar-se;raspa no chão;sua exageradamente para um cavalo que está em repouso; fica agitado; flancos encovados e duros. Observado os sintomas o animal deve ser levado a andar, a passo, em terreno duro; não deixar o animal espojar; soltar o animal e fazê-lo andar.

Fonte: Mundo dos Animais

Características da cólica em cavalos

Egua campolina com 2 anos iniciando a doma.


Características da cólica em cavalos
A cólica frequentemente diagnosticada nos equinos pode ser classificada como uma doença que causa intensas dores abdominais, e são resultados das afecções do aparelho digestivo e também de outros órgãos.
Quando a cólica não é tratada rapidamente pode levar o animal a morte. É uma doença também conhecida como “nó nas tripas”, devido às características dos sintomas, como dor de barriga que pode ser leve ou intensa, dor abdominal que leva a agitação do animal. A doença pode se relacionar a diversos fatores, que vão desde a produção excessiva de gás no estômago, resultado da fermentação dos alimentos, até a torção do intestino, este grave porque necessita urgentemente de intervenção cirúrgica.
Existem diversos tipos de cólicas: de impacto quando há uma obstrução, geralmente no intestino grosso, por uma sobrecarga de alimento fibroso não digerível; por gases que ocorre mais frequentemente no intestino grosso, devido ao estiramento do intestino; espamódica: quando há acentuada contração peristáltica no sistema gastrointestinal, devido ao acúmulo de gás dentro do aparelho digestivo; causada por parasitas que causa obstrução devido ao grande número de parasitas; colite quando há inflamação do intestino grosso; deslocamento ou torção gástrica quando o intestino fica em uma posição anormal do abdômen.

Fonte: Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira UNESP

Manejo com potros - Cuidados especiais

 Foto clicada na Fazenda Exemplar - Nossa micro propriedade rural, Potro com 3 dias. 2011.


 Manejo com potros - Cuidados especiais
Os primeiros anos de vida dos equinos necessitam de cuidados especiais, já que determinarão a saúde e desempenho futuro do animal. O manejo com potro é um dos itens mais importantes desta fase.
O animal não pode ser submetido a fortes estresses e confinamentos por longos períodos, sob riscos de mudança no metabolismo, atraso do crescimento e mudanças de comportamento.
Chicotadas, pancadas, gritos, barulhos, tudo isso pode causar no animal uma descarga de adrenalina perniciosa, podendo inclusive resultar em úlceras cólicas, uma das doenças que mais comprometem a saúde dos equinos.
Aprender como lidar com o animal, através dos estudos sobre as principais técnicas de adestramento, é um requisito básico e necessário para proprietários e cuidadores de animais que queiram fazer a diferença e se destacar. 
O profissional deve estar ciente de todos os cuidados necessários para com o animal, a fim de garantir melhor desempenho e bem-estar. Sendo assim é essencial a buscar por meios que auxiliem no aprimoramento de seu conhecimento sobre o assunto.
Fonte: Equinocultura











sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A importância de conhecer o comportamento do cavalo.

A importância de conhecer o comportamento do cavalo
O cavalo é sem dúvida um dos animais que mais vem exercendo fascínio e admiração na história da humanidade, seja através do seu uso para lazer, esportes ou trabalho.
Porém, nem todos conhecem a fundo o comportamento do animal e os seus sinais, sendo estes atributos algo que pode ser muitas vezes aprendido.
Primeiramente este animal não nasceu para ficar muito tempo preso em estábulos. Ele precisa ter seus momentos de liberdade, pastagem e contato com a natureza.
Precisa também, ao contrário do que alguns pensam, de carinho, atenção, tanto quanto alimentação e acompanhamento médico.
Conhecer de forma mais intensa este animal traz inúmeras vantagens, já que assim é possível compreender melhor as suas necessidades psicológicas e fisiológicas, e até mesmo a compreender o motivo pelo qual ele não está atendendo alguma de nossas solicitações.
Seja o proprietário do animal, o tratador, ou instrutor de algum esporte equestre, precisam estar sempre se atualizando a respeito do comportamento dos equinos, ou seja, o que causa estresse, medo, agressividade, alegria, tristeza, dentre muitas outras reações impensáveis para o público leigo.

Todo este conhecimento só irá acrescentar no manejo e convívio com o animal, tornando a relação algo muito mais produtiva e com ganhos para ambos.

10 CURIOSIDADE QUE IRÃO TE SURPREENDER SOBRE CAVALOS

10 CURIOSIDADE QUE IRÃO TE SURPREENDER SOBRE CAVALOS
Pensando na paixão que tantas pessoas têm pelos cavalos, decidimos montar uma lista com diversas curiosidades sobre esse animal tão maravilhoso.
Nossa intenção é de passar informações e dados que pudessem surpreender até criadores e profissionais que passam a vida ao lado de um animal desses.
Confira se você conhece alguma(s) dela(s) e caso saiba alguma curiosidade compartilhe com a gente nos comentários!
1) Todo mundo que entra numa loja de departamentos nos Estados Unidos sabe que a divisão que fica na porta é a de perfumes. O hábito teria surgido no Velho Oeste, onde os cavalos faziam suas necessidades sem restrições. Os perfumes ajudavam a melhorar a qualidade do ar no interior da loja
2) Cavalos não conseguem respirar através da boca, eles utilizam apenas as narinas. Também não conseguem vomitar. Em caso de refluxo, as narinas são a via de saída. Ou seja, se o animal espirrar, saia de perto. Pode não ser um mero resfriado
3) Pode parecer difícil, mas tem gente por aí que tem medo e até pânico de cavalos. Os casos são em quantidade suficiente para que o distúrbio tenha nome: equinofobia. E quem sofre do mal também não vai muito com a cara de mulas, jumentos, pôneis e assemelhados
4) O cavalo mais velho já registrado morreu no dia 27 de novembro de 1822. Tinha 62 anos e seu nome era Old Billy. Passou suas seis décadas de vida na cidade britânica de Manchester
5) Já assistiu ao filme “O poderoso Chefão?” Lembra a cena em que um magnata do cinema acorda com uma cabeça de cavalo na cama? Pois bem, a cabeça era de verdade e foi doada por uma fábrica de ração para cães de Nova Jersey, nos EUA. A encomenda foi feira pelo diretor de fotografia Gordon Willis e entregue numa caixa com gelo seco.
6) Cavalos têm uma memória notável, especialmente de lugares onde eles sofreram sustos terríveis. Mas eles também têm uma memória mais, digamos afetiva. Podem se lembrar das pessoas que os trataram bem mesmo após um afastamento por longo período de tempo. Isso apenar de o cérebro de um equinos adulto ter cerca de metade do peso do de um humano.
7) Os cavalos são corresponsáveis pelo fato de os britânicos dirigirem do lado “errado” da rua. Em 1773, o governo de sua majestade lançou o Ato Geral de Rodovias. O documento estimulava carroças e cavaleiros a se deslocar pelo lado esquerdo da via. O objetivo era proteger pedestres contra chicotadas ou ferimentos provocados pelas espadas que os destros, cerca de 90% da humanidade, carregavam. Em 1835, o ato virou lei.
8) Os dentes dos cavalos nunca param de crescer. Para que não cheguem a tamanhos inacreditáveis, o animal desgasta seus dentes durante a mastigação. se por qualquer problema os dentes não se regenerarem, em pouco tempo o cavalo fica apenas com as gengivas à mostra.
9) O amor do povo da Mongólia pelos cavalos explica parte do sucesso que o imperador Gengis Khan teve como conquistador no século 12. Os mongóis foram os primeiros a domesticas cavalos selvagens. Hoje, há mais cavalos que pessoas no país.
10) Apesar de terem a sua imagem associada a estilos musicais menos nobres, os cavalos têm gosto musical refinado. Por conta disso, podem ser acalmados se submetidos a uma audição de música clássica.
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Diagnóstico de deformidades flexurais em equinos

Diagnóstico de deformidades flexurais em equinos
As deformidades flexurais são alguns dos principais motivos de atendimento das clínicas veterinárias em equinos. O problema consiste na baixa capacidade de movimento de uma ou mais articulações do animal, e é mais recorrente em animais mais jovens e em formação.
Há vários tipos de deformidades flexurais, sendo que elas variam de acordo com o grau de comprometimento e origem. O emboletamento e o encastelamento são apenas dois exemplos.
As deformidades podem ser também divididas em congênitas ou adquiridas. A primeira pode ter diversas causas, sendo muitas até mesmo desconhecidas, embora haja uma linha de estudos que aponte para a nutrição errada como causa. Já a segunda, pode ser resultado de dores e inflamações que não tiveram, de início, o devido tratamento.
O diagnóstico pode ser realizado por meio do raio x com o auxilio de um profissional capacitado, que através da análise visual e de testes físicos, por meio dos movimentos do animal , pode descobrir a doença.
Já o tratamento passa geralmente pela medicação, fisioterapia, e nos casos mais sérios até mesmo a cirurgia corretiva.

O diagnóstico através do raio x pode auxiliar em resultados precisos e seguros. 

o desmame de potros.

Conheça os cuidados que devem ser tomados durante o desmame de potros
A alimentação dos equinos sempre foi um tema bastante debatido entre criadores e estudiosos. O assunto ganha ainda mais importância quando se fala em desmame de potrancos, já que a prática está intimamente relacionada com o crescimento e a saúde do animal.
Em geral, o desmame deve ser feito entre o sexto e o oitavo mês de vida do potro, quando os nutrientes da lactação começam a deixar de ser suficientes para o seu desenvolvimento. Desmamar o potro em uma faixa de idade menor pode ser arriscado, já que antes dos seis meses a taxa de crescimento e o ganho de peso são maiores e esse processo pode atrasar demasiadamente a evolução do equino.
Esse primeiro manejo alimentar deve ser realizado com cautela. Acontece que, se por um lado o sobrepeso prejudica o crescimento ósseo do cavalo e pode lhe trazer consequências irreversíveis, por outro a desnutrição causa perdas ao progresso corporal que dificilmente serão recuperadas pelo potro.
Além disso, o desapego de mãe e filho ocasionado pelo desmame é um dos períodos mais estressantes e traumáticos na vida de um cavalo. No entanto, existem técnicas capazes de atenuar e fazer com que os efeitos decorrentes desse processo sejam menos prejudiciais ao comportamento dos animais. Pelo menos é o que garante a médica veterinária Gabriella Möller, mestre em reprodução equina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em diagnóstico e cirurgia de equinos pelo IBVET (Instituto Brasileiro de Veterinária).
Segundo a especialista, antes de desleitar é importante que os potrancos sejam vacinados. Já que no período de desmame os potros tendem a ter imunidade baixa, os animais devem ser vacinados de acordo com o local em que vivem e às doenças as quais estão expostos. Além disso, a vacinação da égua gestante pode contribuir com a imunidade da cria, que recebe os anticorpos passivamente pelo colostro.
Desmame gradual
Gabriella aponta como ideal o desmame gradual, aquele em que o potro é retirado algumas horas por dia do convivo da mãe até se habituar à nova fase. No entanto, o procedimento demanda tempo e pode se tornar penoso para propriedades com um grande número de animais.
Sendo assim, como os potrancos vivem uma fase de aprendizado e não possuem experiência de vida suficiente para tomar decisões importantes, a solução para um desmame menos traumático passa pelo uso de uma égua madrinha. A técnica consiste em inserir uma fêmea mais velha sem potro junto à manada com cria. O procedimento deve ser feito pelo menos 30 dias antes do desmame, tempo suficiente para que os animais se acostumem com a égua que servirá de “professora”.
"Com a retirada das mães, os potros acabam seguindo as orientações do animal mais velho. Isso facilita a suplementação mineral, o racionamento e o manejo deles para troca de campo ou ida à mangueira", explica a veterinária.
Procedimentos
Enquanto afastados é aconselhado que os potros não consigam enxergar ou ouvir os relinchos de suas genitoras. Isso evita que eles se agitem e tentem pular cercas atrás de suas mães. A fim de contornar essa situação e manter o potranco mais calmo, em propriedades pequenas ou naquelas em que os aramados podem representar perigo, é certo manter o potro na mangueira por um ou dois dias com a égua madrinha, juntamente com água e comida.
Além disso, no desmame é importante que as mães sejam retiradas do potreiro e não os potros. Acontece que os potrancos já conhecem o seu habitat e realocá-los poderia acarretar-lhes mais um trauma. “Em um novo ambiente o risco deles se jogarem na cerca é maior. Além disso, podem ter dificuldade em encontrar água e se acalmarem”, esclarece Gabriella.
De acordo com a especialista, o processo do desmame pode ser conduzido pelo próprio criador. Nesses casos, o papel do veterinário reside no auxílio à adequação do método utilizado. “Quando houver disponibilidade de pastagens de inverno, como o azevém, o potro pode ser criado exclusivamente a pasto, recebendo apenas suplementação mineral. Se a disponibilidade de pasto não for suficiente, o potro pode ser suplementado com concentrado. Existem diversos produtos no mercado e o essencial é que a ração fornecida seja adequada à faixa etária de cada animal”, explica.
A égua gestante e a amamentação
Segundo Gabriella, a lactação exige que a égua consuma até 1,7 vez mais nutrientes que uma não lactante necessita. Esse número deve ser ainda maior quando, além de amamentar, a égua também está prenha.
A fim de recuperar a condição corporal, aconselha-se que as éguas prenhas parem de aleitar antes de entrar no terço final da gestação, período em que há o maior gasto energético.
Ausente o aporte nutricional adequado, a égua instintivamente irá priorizar a sua saúde em detrimento à do potro e à do feto. Sendo assim, o leite pode ficar mais escasso e com a qualidade abaixo da desejada e no que tange à gestação pode ocorrer a reabsorção embrionária ou aborto.