terça-feira, 23 de maio de 2017

exame andrológico em touros

Publicação no Facebook - Paraíso Nutrição Animal

O exame andrológico completo compreende o exame físico-clínico geral, a avaliação das características físicas e morfológicas do sêmen e o teste de comportamento, que inclui a avaliação da libido do animal. O exame detecta os touros subférteis que podem comprometer a fertilidade do rebanho, ocasionando perdas de produção.

Iniciar uma criação de cavalos

Aprenda como iniciar uma criação de cavalos
Antes de adquirir um cavalo temos que saber onde ele vai ser alojado e quem vai cuidar dele. Depois, procurar uma profissional que entenda de cavalos para ajudá-lo a escolher o cavalo ideal para o seu objetivo, se é para montá-lo ou para reprodução.
Para iniciar uma criação de cavalos, deve-se atentar para as principais características de mercado, estrutura, atendimento ao cliente e aspectos relacionados à criação de cavalos. O animal é um excelente companheiro do homem, muito dócil quando tratado bem e com um alto valor mercadológico.
Muitos criadores de cavalos, por hobbies, sequer recebem ou utilizam os animais para atividades comerciais, aproveitando-se apenas da beleza do animal e pelo puro prazer de dedicar tempo a admirá-lo. Os cavalos podem ser utilizados como serventia no transporte, depois como esporte, nas corridas e caçadas.
Segundo o veterinário Rivaldo Nunes “o cavalo que está com o pelo brilhante, aspecto vivo, sem manifestar anormalidades nos seus movimentos aparenta estar sadio. Mas somente com exame clínico e laboratorial teremos certeza que ele não está com alguma doença”.
Estrutura necessária
Para que os cavalos sejam dignos de venda, deve-se começar a pensar na estrutura do espaço para o bem estar do animal. Os cavalos criados devem ter pastos e estábulos adequados para seu desenvolvimento para que não cresçam com temperamento arisco e tenham uma relação pertinente com o homem.
Profissionais capacitados
É preciso contar com profissionais que cuidem do manejo, da nutrição, da doma e do ferrageamento dos cavalos.
O veterinário Fabrício Braga afirma que “A assistência ou consultoria de um profissional pode ajudar muito nas decisões e o caminho que deverá ser adotado, minimizando gastos desnecessários e realizando o treinamento correto reduzindo também lesões provenientes do treinamento”.
Cavalos campeões
A genética equina está se democratizando. Um animal consagrado custa caro, mas já é possível ter inseminação de campeões a partir de R$ 500. E, a partir de R$ 3 mil, obter barrigas de éguas de ponta.
Um animal versátil, dócil, cômodo e confiável, criado até à solta nas dobras das serras mineiras, é que está na base das tropas com pedigree que vêm sendo multiplicadas para atender a demanda pelo cavalo de sela.
Empreendendo

Assim como em outros setores econômicos, na equinocultura também há riscos de perda de capital. O criador deve avaliar os cavalos de acordo com o seu propósito mapeando logisticamente os gastos, os lucros, o cenário econômico atual, estimativas de venda, além de custos com o transporte.

Atuação de um zootecnista

Quais são as áreas de atuação de um zootecnista?

A zootecnia é uma área de grande abrangência que varia, principalmente, entre os campos do desenvolvimento, promoção, preservação e controle de produção animal. Durante a graduação, que dura em média cinco anos, os estudantes são preparados para atuar em áreas específicas, aliando esses conhecimentos também à conservação dos recursos naturais.
Segundo o zootecnista Henrique Luís Tavares, chefe do Setor de Alimentação e Nutrição Animal da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, o profissional desta área tem conhecimentos focados na produtividade e rentabilidade na criação de animais. Por meio de planejamento agropecuário, pesquisas nas áreas de seleção e melhoramento genético e técnicas de nutrição e reprodução, ele pode atuar em toda a cadeia produtiva animal.
“Este profissional tem a atribuição de planejar e dirigir sistemas de produção e realizar pesquisas e ações técnicas que visem informar, orientar, gerenciar ou assistir a criação de animais domésticos, selvagens, insetos úteis ao homem e organismos aquáticos, em todos os seus ramos e aspectos. Ele pode também administrar propriedades rurais, estabelecimentos agroindustriais e comerciais ligados à produção, ao melhoramento e às tecnologias animais, além de desenvolver medidas técnicas de prevenção de doenças e dos transtornos fisiológicos, bem como, a higiene dos animais, das instalações e dos equipamentos”.
Além disso, de acordo com Tavares, o zootecnista pode se envolver nos estudos interativos dos sistemas de produção animal, incluindo o planejamento, a economia, a administração e a gestão das técnicas de manejo e da criação de animais em todas suas dimensões.
“Ele utiliza medidas técnico científicas de promoção do conforto e bem-estar das diferentes espécies de animais domésticos, silvestres e exóticos com a finalidade de produção de alimentos, conservação e preservação, serviços, lazer, companhia, produtos úteis não comestíveis e subprodutos utilizáveis. Incluem-se, igualmente, os conteúdos de experimentação animal, tecnologia, avaliação e tipificação de carcaças, controle de qualidade, avaliação das características nutricionais e processamento dos alimentos e demais produtos e subprodutos de origem animal.
De acordo com uma lista produzida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), todas estas atribuições se dividem, principalmente, em nove áreas específicas, que são, inclusive, a base de organização do curso na instituição e que mostram onde os futuros profissionais poderão atuar no mercado de trabalho.
Confira a lista abaixo:
Área de Ciências Morfofisiológicas
Compreender a morfofisiologia do animal, contribuindo para a aplicação de conhecimentos básicos que auxiliarão no entendimento das diferentes espécies animais visando a qualidade na produção.
Área de Ciências Veterinárias
Proporcionar os conhecimentos fundamentais sobre a prevenção de enfermidades visando a produtividade animal sustentável.
Área de Ciências Exatas Aplicadas
Desenvolver a capacidade de planejar e executar atividades que exijam cálculo, noções de física, bioestatística, entre outras que auxiliarão na tomada de decisões no processo produtivo, preparando-o para uma boa utilização dos recursos disponíveis em suas áreas de atuação.
Área de Ciências Ambientais
Atuar na produtividade animal considerando as consequências das diferentes ações com relação ao meio ambiente na tentativa de evitar os problemas em decorrência do descuido com as questões ambientais.
Área de Ciências Agronômicas
Compreender a relação solo-planta-animal e atmosfera para produzir alimentos dentro dos princípios de seguridade alimentar preparando-o para assessoria técnica responsável socioambientais.
Área de Ciências Econômicas e Sociais
Desenvolver a capacidade empreendedora para a otimização da produção animal preparando-o para uma gestão econômica e socialmente viável do agronegócio capacitando-o para interagir no contexto sociocultural.
Área de Genética, Melhoramento e Reprodução Animal
Utilizar os fundamentos genéticos e as biotecnologias da engenharia genética para a melhoria das características produtivas e reprodutivas viabilizando a manifestação do potencial genético para torná-los eficientes economicamente, sem afetar o bem-estar animal.
Área de Nutrição e Alimentação
Compreender os processos químicos, físicos e biológicos que ocorrem no trato gastrointestinal para que os animais possam tirar proveito máximo dos nutrientes para atender as exigências nutricionais, bem como saber escolher, formular e fornecer alimentos visando o máximo desempenho animal e mínimo custo.
Área de Produção Animal e Industrialização
Compreender as diferentes cadeias produtivas nos aspectos tecnológicos de produção, planejamento, industrialização e comercialização considerando as exigências do mercado e as necessidades da sociedade mais ampla. Inclui-se ainda a necessidade de o profissional conhecer outras utilizações dos animais como lazer, companhia, animais exóticos e de serviços, entre outros.


Sintomas de Mormo

Aprenda a identificar os sintomas de Mormo e saiba como proceder
O mormo, também conhecido como lamparão, é uma doença infecto-contagiosa que acomete equídeos e tem como agente etiológico a bactéria Burkholderia mallei. A doença pode também ser contraída por outros animais como o cão, gato, bode e até o homem.
Esta enfermidade é conhecida há vários séculos e nos anos de 1968, foi considerada extinta no Brasil. No entanto, estudos sorológicos realizados nos anos de 1999 e 2000 detectaram a presença da doença em alguns estados do nordeste brasileiro. Já nos Estados Unidos e na Europa, esta doença foi erradicada; na África e Ásia frequentemente é diagnosticada.
Segundo o médico veterinário Luis Carlos Borges “a infecção por esta bactéria se da através do contato com fluídos corporais dos animais doentes, como: pús, urina, secreção nasal e fezes. Este agente pode penetrar no organismo pela via digestiva, respiratória, genital ou cutânea (através de alguma lesão), alcançando a circulação sanguínea, indo alojar-se em alguns órgãos, em especial, nos pulmões e fígado”.
Sintomas
Esta doença pode apresentar-se na forma aguda ou crônica, de modo que a primeira é mais comum nos asininos e muares e a segunda, em equinos. Na forma aguda, os sintomas apresentados pelos animais são: febre, prostração, fraqueza e anorexia; surgimento de pústulas na mucosa nasal que viram úlceras profundas que geram uma descarga purulenta, tornando-se sanguinolenta posteriormente, podendo comprometer o aparelho respiratório surgindo dispnéia. Já a forma crônica localiza-se na pele, fossas nasais, laringe, traquéia, pulmões (evolução mais lenta do que a aguda).
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser feito através de técnicas diretas, através do isolamento bacteriano e inoculação em cobaias, e pode também, ser feito através de técnicas indiretas, como pesquisa de anticorpos através da fixação do complemento.
Sacrifício do animal
O controle do mormo é baseado no isolamento da área que contém animais doentes, sacrifício destes animais positivos, isolamento e reteste dos suspeitos, cremação dos corpos dos infectados, desinfecção das instalações e todo o material que entrou em contato com os doentes.
Controle sanitário
Deve também ser feito um rigoroso controle do trânsito de animais entre os estados e internacionalmente, com apresentação de resultados negativos de testes realizados até, no máximo, 15 dias antes do embarque dos animais.



Campolina ganha espaço na Bahia


FOTO HARAS DO CAMPO - RJ.
Campolina ganha espaço na Bahia
Animal de belo porte e bom marchador, o cavalo Campolina vem ganhando espaço nos criatórios baianos.  Atualmente, o estado tem o terceiro maior número de criadores e é o estado que mais vem subindo nesse ranking.
O associativismo dos donos de Campolinas tem impulsionado a realização de eventos na Bahia nos últimos cinco anos. Essa divulgação pelo interior acabou impulsionando o quantitativo de apreciadores da raça.
Segundo a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina, o estado nordestino registra entre 15 e 20 novos associados a cada ano. Com 135 membros, contra 150 do segundo maior estado criador, Rio de Janeiro, os especialistas acreditam que não demorará muito para os baianos chegarem à vice-liderança.
Quem apostou na raça elogia o equilíbrio entre forma e beleza e, sobretudo, o conforto que oferece em passeios de longa distância. "O Campolina é o que tem mais conformidade, tanto em marcha como em beleza. Para cavalgada longa, é mais confortável que o Mangalarga Marchador. É praticamente um sofá, muito mais macio", disse o criador Paulo Rocha, do Haras Luanda.
Dono do Haras Vitória, em Teodoro Sampaio, a 30 km das cidades de Feira de Santana e Alagoinhas - os dois principais polos dessa criação no estado -, Jorge Libório também é um entusiasta da raça, que cria desde 2005. "É um cavalo de fazenda e lazer. Para passeio é um ótimo animal, pois é dócil. Além disso, é extremamente altivo, tem beleza, se destaca em uma cavalgada", apontou.

Paulo aconselha a quem ainda não está familiarizado com a criação de equinos a optar por um cavalo já adestrado, com mais de quatro anos de idade. Um animal como esse pode ser adquirido a partir de R$ 10 mil, segundo ele.

MORMO - CUIDADO - É UMA ZOONOSE

MORMO
Fonte: www.campolina.org.br
O que é:


O Mormo conhecido vulgarmente por “Lamparão”, “Catarro de Mormo”, “Catarro de Burro”, é uma doença infecto-contagiosa quase sempre fatal dos equídeos, causada pela bactéria Burkholderia mallei, que pode ser transmitida ao homem e também a outros animais. Manifesta-se de forma aguda ou crônica e caracteriza-se pelo aparecimento de nódulos e ulcerações no trato respiratório e/ou pele.
Os animais contraem o mormo pelo contato com material infectante do doente, principalmente pela via digestiva: pus, secreção nasal, urina ou fezes.
Doença de notificação obrigatória por incluir-se no grupo de doenças transmissíveis consideradas importantes sob o ponto de vista sócio-econômico e sanitário, em nível nacional e com repercussões no comércio internacional de animais e produtos derivados.
Como reconhecer
A doença manifesta-se sob as formas nasal, pulmonar e cutânea, com curso agudo ou crônico, sendo a forma aguda mais comum nos asininos e muares e a forma crônica nos equinos. Pode provocar nódulos e ulcerações no trato respiratório superior e pulmões; ataca também o sistema linfático, com a formação de abscessos nos linfonodos. Os animais doentes apresentam febre, corrimento nasal mucopurulento, dificuldade respiratória, nódulos no trajeto dos vasos linfáticos, úlceras, escaras e debilidade geral.

Em alguns animais, o único sinal evidente é a claudicação (manqueira) em um dos membros posteriores, o qual é mantido suspenso e semi-flexionado (“posição de bailarina”), podendo haver desenvolvimento de um grande edema (inchaço) que se espalha por todo o membro.
Como tratar
Não é recomendado o tratamento como consequência da medida de defesa sanitária de sacrifício obrigatório dos animais infectados.

Como evitar
Identificar os animais infectados por meio de provas sorológicas (Fixação de complemento e PCR) e alérgicas (Teste da Maleína), com notificação imediata às autoridades sanitárias competentes para sacrifício dos animais reagentes, os quais devem ser cremados no próprio local. Realizar o isolamento da área onde foi observada a infecção, com desinfecção da área e de todo o material que esteve em contato com os animais.

Para essa desinfecção recomenda-se: cloreto de benzalcônio; hipoclorito de sódio; iodo; cloreto de mercúrio em álcool e permanganato de potássio.
Controle rigoroso de trânsito de animais em níveis interestaduais, dentro do estado e internacional, com apresentação de resultados negativos nas provas da Maleína e fixação de Complemento, realizadas no máximo até 15 dias antes do embarque.


Exame para Mormo
Material:  Soro (Tubo seco); Volume recomendável:  5 ml
Condições:      Jejum não obrigatório. O soro pode ser armazenado por até 7 dias entre 2 e 8 graus. Para armazenar por mais tempo o soro deve ser congelado. Amostras hemolisadas ou lipêmicas não afetam o resultado. A amostra deve ser enviada juntamente com a requisição própria do laboratório. Potros de até 6 meses acompanhados da mãe não necessitam do exame.
Método: Fixação de Complemento.
Valores de referência: Negativo. Exame válido por 60 dias.

Prazo: 2 dias úteis.

CAVALO CAMPOLINA

http://www.campolina.org.br/site/imagens/topo_padrao.jpg

Fonte:www.campolina.org.br
Descubra os detalhes desta reconhecida Jóia.

O porte nobre, as formas harmoniosas, os traços curvilíneos e uma estrutura óssea muscular que favorece o andamento marchado são as principais características que diferenciam e tornam o Campolina um cavalo único.
Toda essa harmonia é coberta por pelagens de rara beleza, sendo a baia predominante na raça, porém a alazã, castanha, preta, tordilha e pampa também são bastante encontradas, dando ainda mais diversidade e exclusividade à raça Campolina.
A cabeça suavemente convexilínia deve ser proporcional ao pescoço rodado de formato trapezoidal, destacando expressivas orelhas lanceoladas de tamanho médio e bem implantadas. Seus olhos vivos e grandes, suas crinas fartas e sedosas e sua garupa ampla e longa, suavemente inclinada também fazem que o Campolina seja reconhecido e marque presença por onde quer que passe.

Seu padrão racial faz do Campolina o maior marchador brasileiro tornando-o a primeira escolha para cavaleiros que apreciam uma montaria acima da média.
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