terça-feira, 23 de abril de 2013

REPRODUÇÃO DE CÃES.


Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br
Nesta foto o autor mostra a reprodução de um casal de cães, imagine que as crias fiquem soltas pelas ruas, com risco de contrair várias doenças, sendo que as doenças podem ser transmitidas ao homem. Neste caso a castração não visa o impedimento da perpetuação da espécie, e sim o problema sanitário que pode alterar o comportamento dos animais.

CÃES - comportamento.


Compulsão por coçar, lamber e mastigar

Você está enlouquecendo de tanto ouvir seu cão coçar as orelhas a noite toda? Seu cão já ficou lambendo a pata sem parar? Sua alegria acaba ao ver seu cão mordendo o próprio rabo? Se você acha que fica desconfortável, imagine como seu cão se sente.
 
As compulsões para coçar, lamber e mastigar são bem comuns em cães e tem uma variedade de causas. Elas também podem ser prejudiciais. Um dos primeiros sinais é que seu cão tem um problema de “mancha vermelha” — uma área vermelha, úmida, irritada que surge do persistente mastigar e lamber. Apesar das manchas vermelhas, ou “
dermatite úmida aguda”, poderem ocorrer em qualquer lugar do corpo do seu cão, elas são mais frequentes na cabeça, peito ou quadris. Como os cães ficam incessantemente coçando, lambendo ou mordendo uma área irritada, as manchas podem ficar maiores e virar feridas rapidamente.


Razões porque os cães coçam, lambem ou mordem compulsivamente

Os cães coçam, lambem ou mordem por uma grande variedade de razões, que vão de alergias, tédio até infestação de parasitas:
 
 Alergias. Quando a coceira do cão sai do controle, frequentemente é resultado de alergias a comida ou agentes ambientais, incluindo mofo e pólen. Cães também desenvolvem uma irritação na pele chamada dermatite de contato quando convivem com substâncias como pesticidas ou sabão.

 Tédio ou ansiedade. Assim como pessoas ansiosas podem roer as unhas ou torcer os cabelos, os cães podem ter respostas físicas para distúrbios psicológicos também. Na verdade, alguns cães desenvolvem uma doença semelhante ao transtorno obsessivo compulsivo humano. Ele pode se manifestar como coceiras, lambidas ou mordidas que podem causar danos graves.
 Pele seca. Uma variedade de fatores, incluindo tempo frio e deficiências de ácidos graxos, podem ressecar a pele do cachorro. Seu cão pode reagir ao desconforto coçando ou lambendo a pele e o pelo.
 
 Desequilíbrios hormonais. Se o corpo do seu cão não estiver produzindo hormônios da tiróide suficientes ou eliminando muito cortisol, infecções de pele podem ocorrer. Você pode notar manchas pequenas e vermelhas e seu cão pode coçar ou lamber como se estivesse incomodado por alergias.
 
 Dor. Ao tentar determinar por que seu cão está lambendo ou mordendo excessivamente, considere a possibilidade de que algo esteja causando desconforto físico. Por exemplo, se você reparar que seu cão morde a pata repetidamente, ele pode ter um espinho ou um pedaço de pedra preso na pata. Morder ou lamber compulsivamente pode ser também uma reação a problemas ortopédicos, incluindo dor nas costas e displasia do quadril.
 
 Parasitas. Entre as causas mais comuns para a compulsão de lamber, morder ou coçar,estão pulgas , carrapatos, e ácaros. Embora os carrapatos costumem ser visíveis a olho nu, as pulgas só são visíveis se houver grande infestação e os ácaros são microscópicos. Assim, não conclua que seu cão não sofre de parasitas só porque não pode vê-los.


Tratamento para a compulsão para coçar, lamber e mastigar


Por haver muitas razões para a compulsão do cão, verifique antes com o veterinário assim que reparar no problema. O veterinário vai ajudar a descobrir a causa do comportamento e determinar o melhor plano de tratamento. Dependendo da causa, o tratamento pode incluir:

Eliminação de parasitas. Há uma variedade de produtos para pulgas e carrapatos que seu veterinário pode recomendar. Além disso, se os problemas do seu cão são causados por pulgas, certifique-se de lavar a cama do seu cão e limpar tapetes e estofados regularmente para reduzir a tendência a reinfestação. Você também vai precisar tratar os outros animais da casa.

 Mudança alimentar. Se alergias alimentares estão causando coceiras no seu cão, a eliminação de alimentos desencadeantes (como carne ou trigo) pode fazer uma enorme diferença. Seu veterinário irá recomendar uma dieta especial se parecer que este é o caso. A adição de suplementos de ácidos graxos na alimentação diária de seu cão pode ajudar a resolver problemas de pele seca e manter os pelos saudáveis.

 Uso de medicações. Seu veterinário pode receitar medicações para tratar problemas de fundo contribuindo para a coceira persistente do cachorro. Além disso, o veterinário pode recomendar o uso de antibióticos, esteróides, ou produtos anti-coceira para tratar manchas existentes ou infecções da pele.
 Prevenindo o comportamento. Comportamentos compulsivos podem causar sérios danos e afetar a qualidade de vida do seu cão, por isso é importante fazer o possível para impedi-lo de morder, lamber e coçar demais. Algumas ideias incluem o uso de sprays amargos para desencorajá-lo de lamber, coleiras especiais para impedir o acesso as manchas vermelhas, ou mantê-lo por perto quando você estiver em casa.
 
 Lidando com ansiedade ou tédio. Em alguns casos, a compulsão se desenvolve como reação ao medo, stress ou estímulos inadequados. Para reduzir essa tendência, certifique-se de que ele receba bastante exercício, atenção e amor. Também pode ser útil treinar o cachorro para mastigar brinquedos e ossos para aliviar o stress como substituição ao comportamento compulsivo.

domingo, 14 de abril de 2013

Roger Póvoas - cantor/compositor coaraciense

Acesse o vídeo para assistir Roger Póvoas apresentando uma composição clássica (Nega Dina) de Zé Keti em conjunto com sua composição Sambrasileiro (Roger Póvoas/Érico Santana) e ouvirá meus canários (serinus canaria). A gravação não foi intencional, mais ficou uma maravilha.

sábado, 13 de abril de 2013

Muda dos Canários


Muda dos Canários
http://www.canariosbelga.com.br

Embora resistentes, as penas das aves, com o passar do tempo, começam a perder o brilho e beleza, sendo necessário a sua substituição. É um processo normal na vida das aves, estando ligado a fatores biológicos com os hormônios produzidas pela tireóide.
A muda é anual e inicia-se logo a seguir à época da cria. Nesta altura os canários deixam de cantar. Se o canário estiver bem alimentado, todo este processo é fácil e será aproximadamente de 6 a 8 semanas. Nesta fase, a ave pode perder parte das penas ao mesmo tempo, mantendo, no entanto uma razoável quantidade, suficiente para proteger o corpo e voar.
Se a temperatura estiver elevada, a muda pode-se antecipar e terminará mais cedo. Com clima moderado e fresco, é normal haver atrasos.
Nos adultos a muda de penas do rabo, asas e restantes partes do corpo, inicia-se do centro para as extremidades. A das asas ocorre simultaneamente e aos pares, pelo corpo ocorre por inteiro e termina na cabeça.
As penas caem naturalmente e devagar, quase não se percebe que o pássaro está a mudar. Se voar com dificuldades ou começar a aparecer a pele, pode haver má alimentação ou outras causas: como stress, luz artificial, correntes de ar, etc.
Banhos de sol pela manhã (8 às 9 horas) ajudam bastante na muda, sempre com muita atenção ao fato do sobreaquecimento das aves. Mantenha a higiene dos viveiros, e forneça banheiras com água limpa para banhos.
MUDA NAS CRIAS
Os filhotes nascem «nus» com uma finíssima plumagem, e aos poucos vão aparecendo penas que quando saem do ninho já estão completas. Estes, também mudam novamente por volta do terceiro ao quarto mês de vida, é a chamada «muda de ninho». Mudam somente as penas do peito e cabeça, pois as das asas e rabo só quando completam um ano.
As mudas precoces são consideradas aquelas em que as penas são trocadas fora de sua época normal.
Bruscas mudanças de ambiente, temperaturas muito elevadas, sustos anormais, luzes artificiais que acordam as aves durante o sono, entre outros fatores, são causa de muda precoce.
Um pássaro que entra em muda precoce é um pássaro triste e não canta. Teremos que esperar, com paciência, o término do processo. Isto poderá atrasar ou até mesmo anular a capacidade da ave para a reprodução. Deve-se proceder a uma alimentação mais cuidada e administrar alguns suplementos vitamínicos. Dar muito sossego à ave.

O Canário Belga - ORIGEM


O Canário Belga
http://www.canariosbelga.com.br

A origem do canário-belga é, obviamente, a Bélgica. No entanto, apenas a linhagem a que ele pertence é que veio de lá, pois os antepassados dos exemplares dessa e de outras variedades têm raízes nas ilhas Canárias, um arquipélago do Atlântico junto ao continente africano. Os canários-do-reino, por exemplo, são da mesma espécie do belga, mas ganharam essa denominação por que as aves costumavam chegar ao Brasil vindas do ‘reino’ de Portugal. Já o canário-da-terra, sim, faz parte de uma outra espécie, nativa do Brasil. 
Pertencente à família dos Fringilídeos, o canário-belga mede entre 14 e 15 centímetros da ponta do bico à extremidade da cauda. A cabeça é pequena e estreita, as pernas longas, o peito arredondado e cheio. A plumagem é compacta e lisa, sem frisos. Como é um animal de origem estrangeira, a criação não precisa de autorização do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis.
Existem mais de 400 cores de canários reconhecidas no mundo. Mas é a amarela, da linhagem belga, a mais popular por aqui. A busca por novas e diferentes tonalidades e combinações é um dos principais objetivos de boa parte dos criadores, que também se interessam pela definição do porte do pássaro. Apresentação em exposições e melhoramento genético da raça são outras finalidades da criação comercial do canário, que ainda desperta a atenção pelo seu belo canto.
O canário não dá trabalho. Exige pouco espaço, e sua criação pode ser mantida na cidade ou em áreas rurais, servindo até como terapia para algumas pessoas. Entretanto, como é pequeno e frágil, demanda cuidados no manejo. Quando em grupo, os pássaros podem ser acomodados em viveiros; casais podem ficar em gaiolas separadas. As gaiolas mais recomendadas são as de arame galvanizado, que podem ser encontradas facilmente no varejo.
Apesar de vulneráveis a doenças respiratórias, os canários logo se curam se prontamente tratados com medicamentos vendidos em lojas especializadas. Mas é preciso separar o pássaro doente, no caso de enfermidades mais prolongadas. É recomendável manter limpo o local de criação e fora do alcance do sol e do vento. Para evitar acúmulo de sujeira e falta de ventilação, mantenha a posição da gaiola a dois centímetros da parede.

CISTO DE PENA


CISTO DE PENA
 Carlos Alexandre Pessoa
Médico Veterinário - CRMV/SP: 8621
www.animalexotico.com.br
Os cistos de penas em canários podem ser hereditários ou induzidos por traumatismos. A possibilidade de uma transmissão vertical de um agente infeccioso viral, causando foliculite com formação cística secundária tem sido sugerida.

Cistos cutâneos são caracterizados por um "espaço" epitelial circundado por conteúdo queratináceo. Caso um orifício do folículo da pena seja ocluído por trauma ou processo infeccioso, debris de queratina se acumulam no folículo resultando em cisto folicular. Podem ocorrer isoladamente ou de forma múltipla.
Freqüentemente acometem as asas, o dorso ou o peito. Podem ser uni ou bilaterais simétricos. A textura do material dentro do cisto irá variar de acordo com o estágio evolutivo. Cistos maduros contem material queratinoso seco, e o cisto será maior, mais duro e menos vascularizado. Cistos epidérmicos têm sido descritos na derme e subcutâneo de periquitos. Aves de vida livre também são acometidas.

Alguns criadores acreditam que certas diluições medicamentosas na água de bebida das aves podem promover o amadurecimento do cisto para posterior dissecação, mas nada foi comprovado cientificamente. Opções cirúrgicas dos cistos de penas incluem a incisão individual do cisto, remoção completa das penas acometidas ou lancetagem e curetagem dos cistos de forma individualizada. Esta ultima técnica não é indicada se uma quantidade grande de cistos estiver presente, sendo que a mesma não prevenirá a formação de novos cistos da mesma região operada.

Essas incisões geralmente são facilmente fechadas e em geral não resultam em aparências anormais. Deve-se preservar os folículos adjacentes e seu suprimento sanguíneo. Em alguns casos tenho utilizado o bisturi eletrônico para cortar e realizar a hemostasia ao mesmo tempo. Bandagens elásticas são utilizadas para o controle de pequenos sangramentos. 
Aves com cistos de penas não devem ser utilizadas como reprodutores.
 

CÃO BOIADEIRO AUSTRALIANO.


Fotos: www.muladeiro.com.br
Texto: Wikipédia.


Boiadeiro australiano (em inglês: Australian Cattle Dog) é uma raça canina oriunda da Austrália. Apesar de recente, há ainda especulações sobre as raças envolvidas nos cruzamentos que geraram este boiadeiro. Todavia, é possível que seu desenvolvimento tenha se iniciado junto à migração britânica, já que o ambiente era totalmente diferente, e um animal que se adaptasse aquelas novas condições era necessário. Várias tentativas foram feitas com animais nativos e ingleses, até que se atingiu um padrão graças aos esforços de Mr. Thomas Hall of Muswelbrook, que por trinta anos, aperfeiçoou a raça, descrita pela primeira vez em 1902. Animal de pastoreio considerado eficiente e de aparência rústica, pode chegar a pesar 25 kg.