quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Pelagens e Resenha dos Equinos

Fonte:  Universidade do Cavalo.
 Fonte:  Universidade do Cavalo.

Pelagens e Resenha dos Equinos

Aula e texto produzido por Patrícia Stacholski Ribeiro como atividade da monitoria da disciplina de Equideocultura (AZ 046) -


Resenha

Para facilitar a identificação de um animal, levamos em consideração algumas particularidades, que todas as pelagens apresentam.
São classificadas como Particularidades Gerais- aquelas que não apresentam sede fixa e às vezes modificam o aspecto da pelagem e, como Particularidades Especiais-aquelas que apresentam sede fixa.


Particularidades gerais: são devidas a causas diversas, assim como:

Pela direção dos pêlos: alguns pêlos podem apresentar irregularidades quanto à direção natural, formando:

Rodopio( redemoinho): de forma arredonda (remoinho) e com sede geralmente na cabeça, garganta, pescoço, peito e flancos.

Espiga:são rodopios alongados.Quando possui a parte média alongada recebe a denominação de “espiga lancetada”.Quando ela se localiza nas bordas superiores das taboas do pescoço, recebe a denominação de “ espada romana” e quando sua sede é nas costelas ou espáduas é denominada “seta.

Particularidades especiais: são aquelas que apresentam focos fixos nas seguintes partes do corpo: cabeça, pescoço, tronco e membros.

Na cabeça:

a)    Celhado: quando pêlos brancos aparecem nas sobrancelhas.
b)    Vestígio de estrela: quando aparecem pêlos brancos esparsos na fronte.
c)    Estrelinha: quando há uma pequena pinta branca na fronte.
d)    Estrela: formada por uma mancha branca na fronte, podendo ter varias formas: em coração, em losango, em meia lua, em U, escorrida.
e)    Luzeiro: formado por uma malha na fronte, podendo também ser escorrido.
f)     Filete: determinado por um estreito fio de pêlos brancos que escore pela fronte ou chanfro.
g)    Cordão: determinado por uma fina mancha branca (mais largo que o filete), que se estende da fronte ao chanfro, e até as narinas às vezes, podendo ser “interrompido” ou “ desviado”.
h)   Frente aberta: quando o cordão se alarga tomando toda a frente da cabeça e indo até a região das narinas.
i)    Façalvo: determinada por malha branca sobre as faces laterais da cabeça ou somente sobre um dos lados.
j)     Beta: pinta branca que ocorre entre as narinas.
k)  Bebe em branco: quando um dos lábio ou ambos são brancos, devendo isto ser esclarecido na resenha.
l)    Cabeça de mouro: se uma mancha escura toma toda cabeça.
m) Com embornal: se a mancha abrange apenas a parte inferior da cabeça.As particularidades acima devem ser descritas na resenha.




Pelagens e Resenha dos Equinos

Aula e texto produzido por Patrícia Stacholski Ribeiro como atividade da monitoria da disciplina de Equideocultura (AZ 046) -


Resenha

Para facilitar a identificação de um animal, levamos em consideração algumas particularidades, que todas as pelagens apresentam.
São classificadas como Particularidades Gerais- aquelas que não apresentam sede fixa e às vezes modificam o aspecto da pelagem e, como Particularidades Especiais-aquelas que apresentam sede fixa.


Particularidades gerais: são devidas a causas diversas, assim como:

Pela direção dos pêlos: alguns pêlos podem apresentar irregularidades quanto à direção natural, formando:

Rodopio( redemoinho): de forma arredonda (remoinho) e com sede geralmente na cabeça, garganta, pescoço, peito e flancos.

Espiga:são rodopios alongados.Quando possui a parte média alongada recebe a denominação de “espiga lancetada”.Quando ela se localiza nas bordas superiores das taboas do pescoço, recebe a denominação de “ espada romana” e quando sua sede é nas costelas ou espáduas é denominada “seta.

Particularidades especiais: são aquelas que apresentam focos fixos nas seguintes partes do corpo: cabeça, pescoço, tronco e membros.

Na cabeça:

a)    Celhado: quando pêlos brancos aparecem nas sobrancelhas.
b)    Vestígio de estrela: quando aparecem pêlos brancos esparsos na fronte.
c)    Estrelinha: quando há uma pequena pinta branca na fronte.
d)    Estrela: formada por uma mancha branca na fronte, podendo ter varias formas: em coração, em losango, em meia lua, em U, escorrida.
e)    Luzeiro: formado por uma malha na fronte, podendo também ser escorrido.
f)     Filete: determinado por um estreito fio de pêlos brancos que escore pela fronte ou chanfro.
g)    Cordão: determinado por uma fina mancha branca (mais largo que o filete), que se estende da fronte ao chanfro, e até as narinas às vezes, podendo ser “interrompido” ou “ desviado”.
h)   Frente aberta: quando o cordão se alarga tomando toda a frente da cabeça e indo até a região das narinas.
i)    Façalvo: determinada por malha branca sobre as faces laterais da cabeça ou somente sobre um dos lados.
j)     Beta: pinta branca que ocorre entre as narinas.
k)  Bebe em branco: quando um dos lábio ou ambos são brancos, devendo isto ser esclarecido na resenha.
l)    Cabeça de mouro: se uma mancha escura toma toda cabeça.
m) Com embornal: se a mancha abrange apenas a parte inferior da cabeça.As particularidades acima devem ser descritas na resenha.






Responsabilidade Técnica do Veterinário de um Haras

Responsabilidade Técnica do Veterinário de um Haras

O profissional da medicina veterinária tem, como em várias outras profissões, o dever de ser o responsável técnico do estabelecimento ao qual ele atua. Esta atribuição consiste em garantir ao consumidor a qualidade do produto ou serviços prestados e está prevista na Lei 5.517/68 que corresponde ao exercício da profissão.
Desta maneira, em um haras, voltado para a criação de equinos não é diferente. Cabe ao profissional, portanto, a responsabilidade técnica de várias questões destes locais. Uma delas esta relacionada a gerência dos programas de reprodução assistida.
Outra diz respeito ao planejamento de construções rurais específicas, manejos sanitários e de biossegurança, controle de vacinação, além da orientação de toda a equipe envolvida no ambiente.
Estes são apenas alguns exemplos, que podem ser ampliados dependendo do tipo de atividade desenvolvida no local.
O profissional desta área deve exercer a sua função, antes de tudo, sempre buscando a ética e o bem-estar dos animais, além de não abrir mão do investimento em conhecimentos sobre estas e outras atribuições, com vistas a agregar valor a sua formação e a qualidade de suas funções.


Conheça os principais riscos da gestação equina.

Conheça os principais riscos da gestação equina e saiba quais cuidados tomar
A gestação em equinos pode ter inúmeros riscos, mas os principais são as perdas gestacionais, que podem ocorrer em qualquer fase da gestação, sendo mais comuns entre o momento da fecundação até 45 dias de idade do concepto (conhecido como período embrionário) e são denominadas de perdas embrionárias.
Contudo após este um mês e meio de idade, o concepto já é considerado feto (período fetal) e as perdas ocorridas após os 45 dias até o parto são denominadas aborto.
O médico veterinário especialista em equinos, Gabriel de Oliveira Santos, ajudou o Meio Rural a explicar os riscos durante os principais períodos de gestação equina. Confira:
Período Embrionário
Representa um período de grande perda econômica para a indústria equina, portanto o criador deve estar atento para identificar e minimizar tais perdas em sua atividade.
Neste momento os principais cuidados que o criador deve estar atento, estão relacionados ao bem-estar da égua gestante, por exemplo: água e alimentação de qualidade; espaço, ambiente adequado e taxa de lotação, respeito à organização social hierárquica; ausência de ectoparasitas; execução de tarefas por colaboradores, etc. Estes fatores podem ser tornar estressantes se mal executados e por consequência podem elevar a concentração de cortisol, glicocorticoides e corticosterona (hormônios do estresse) na égua. Este aumento aparentemente é responsável por diminuição da progesterona circulante (hormônio responsável pela manutenção da gestação). Em relação a estes aspectos, a aplicação de boas práticas de criação é suficiente para minimizar as perdas.
Outros fatores que resultam em mortes no período embrionário são: defeitos do próprio embrião, ambiente do oviduto e úteros inadequados, geralmente relacionados a éguas de idades avançadas. Estes problemas são mais graves e ocasionam maiores prejuízos econômicos devido às perdas sucessivas até que o funcionário ou criador perceba. O retorno ao cio frequente ou número alto de inseminações para se conseguir uma gestação são aspectos que oneram a criação e precisam ser levados em consideração pelo criador. Muitos aspectos devem ser observados, sendo os principais: complexo endometrite-endometriose, distúrbios hormonais, deficiências nas funções dos órgãos reprodutivos internos e externos, etc. Neste caso o serviço de um médico veterinário experiente e competente é necessário para diagnosticar e detectar o(s) problema(s). E em seguida, minimizar estes fatores pela aplicação de biotécnicas avançadas, tratamentos ou práticas de manejo necessárias para o sucesso reprodutivo destes animais.
Período Fetal
Durante este período, a taxa de aborto é relativamente baixa para a espécie equina. Mas quando alguns fatores são negligenciados, como: ausência de bem-estar (falta de água, espaço reduzido, infestações parasitárias graves, etc), gestações gemelares e doenças infectocontagiosas; geralmente levam a consequências desastrosas.
O criador deve estar atento as boas práticas de criação como citado anteriormente, ter um bom calendário de vacinação e profilaxia, tendo em vista que os principais problemas neste período são ocasionado por agentes infeciosos (vírus, bactérias, fungos e parasitos) que podem ser evitados com medidas de prevenção. Outros cuidados: Evitar a progressão de gestações gemelares, corrigirem problemas físicos do trato reprodutivo da égua gestante, quando necessário, evitar doenças sistêmicas e mudanças bruscas no manejo nutricional, intoxicações alimentares e por agentes químicos também são causas de aborto.


Saiba como escolher a raça de cavalo ideal para você

Saiba como escolher a raça de cavalo ideal para você

Antes de comprar um cavalo é fundamental conhecer as raças e valores, mas anterior a este passo deve-se ter em mente a finalidade que terá o animal. A demanda bem definida permitirá um planejamento que envolverá definição de custos para manter o equino, até a escolha da raça.
Consultar um veterinário é um ponto crucial, principalmente no momento da compra, pois verificar a idoneidade do local de venda, evita transtornos futuros, além da análise minuciosa realizada pelo profissional buscando observar pontos no cavalo muitas vezes não atentados por leigos.
Cavalos de maior valor são em geral castradoséguas se estiverem aptas a procriar, cavalos de idades entre 5 a 10 anos e animais que já praticam esportes, sendo seu valor medido também pelo seu desempenho em campeonatos e provas oficiais. Valores inferiores pertencem a animais ainda não castrados, pois necessitará de custos para a cirurgia, cavalos jovens que ainda não sofreram doma e sem documentação ou raça definida.
Compare algumas raças e finalidades geralmente atribuídas a elas:
  • Árabe - torneio de rédeas e laço, provas de enduro, vaquejadas, provas de baliza e tambor, CCE, hipismo clássico, além de sua iniciação em corridas;
  • Appaloosa - tambor e baliza, pastoreio de gado, corridas planas e provas de rédeas;
  • Brasileiro de Hipismo - atrelagem, hipismo, animais para sela, CCE, enduro e adestramento;
  • Campolina - animal para o lazer, devido ao conforto da marcha;
  • Crioulo - prova Freio de Ouro;
  • Lusitano - combate, caça, manejo de gado e concursos hípicos;
  • Manga larga Marchador - enduros e provas de resistência;
  • Manga larga Paulista - preferencialmente para passeios;
  • Paint Horse - corrida plana, provas de rédeas, tambor, salto e baliza e pastoreio de gado;
  • Quarto de Milha - equino bastante eclético: corrida, tambor e baliza, laço, lazer, vaquejada, dentre outros.
É importante termos em mente que o cavalo necessitará de espaço, exercícios frequentesatenção e carinho, boa comida, dentre outros fatores que desprenderá do seu dono tempo e não apenas dinheiro. Portanto, deve-se estar claro da responsabilidade que terá, e passando por todos os passos antes da compra, tendo a certeza de sua aquisição, a satisfação é garantida.
Fonte:  Blog Valeria Nascimento


Suplementação energética


Suplementação energética
Em virtude das competições, cargas de trabalho ou mesmo para o uso de lazer, o cavalo muitas vezes é bastante exigido fisicamente. Diante disso, uma nutrição com suplementos é de grande importância, já que não basta a alimentação tradicional nestes casos.
O produtor ou proprietário destes equinos deve buscar uma alimentação e suplementação rica em diferentes nutrientes, como proteínas, lipídeos, carboidratos, sais minerais, dentre outros, já que isso irá garantir a energia necessária.
Entretanto, da mesma maneira que estes nutrientes são necessários como fontes energéticas para as demandas do animal, o excesso também pode ocasionar diversos problemas de saúde, como distúrbios intestinais, mudanças de comportamento, dentre outros.

Por isso é muito importante que o profissional desta área esteja capacitado para ministrar em quantidades certas estes produtos, sendo que o conhecimento pode fazer a diferença na qualidade de vida do animal. 

TESTE DA NATURALIDADE DA MARCHA

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TESTE DA NATURALIDADE DA MARCHA
*Lúcio Sérgio de Andrade

Um dos mais graves erros de julgamento é premiar um campeão que não seja natural no marchar. Lamentavelmente, este erro vem ocorrendo repetidamente, nas principais exposições de equideos marchadores – raças Mangalarga Marchador, Campolina, jumentos e muares Pêga.
Os Padrões Raciais de todas estas associações definem claramente os pré-requisitos da dissociação e da ocorrência de triplices apoios:

MANGALARGA MARCHADOR – Marcha batida ou picada – é o andamento natural, simétrico, a quatro tempos, com apoios alternados dos bípedes laterais e diagonais, intercalados por momentos de tríplice apoio.

CAMPOLINA – “Marcha natural com deslocamentos nitidamente dissociados e tríplices apoios definidos, cômoda, elegante, regular e desenvolta.” A dissociação é oficialmente definida como sendo “a movimentação dos quatro membros em momentos diferentes, de forma rítmica e cadenciada, resultando na ocorrência dos diferentes apoios laterais, diagonais e tríplices, permitindo a manutenção do animal sempre em contato com o solo durante sua locomoção, condição básica para que ocorram os tríplices apoios.” A comodidade é definida como sendo”a qualidade do andamento pela qual os movimentos do animal não transmitem atritos e abalos ao cavaleiro.”

PÊGA - Marcha de tríplice apoio natural, espontânea, avante, picada ou batida, com deslocamentos alternados dos bípedes em lateral e em diagonal.
A primeira pergunta: Se os Padrões Raciais não deixam dúvidas quanto à essência do diagrama marchado – dissociação resultante da alternância entre apoios duplos diagonais e laterais, intercalados por momentos de triplices apoios -, surge a pergunta que “está na boca” da maioria dos criadores e usuários - Por que os árbitros premiam campeões portadores da marcha batida diagonalizada, marcha trotada e ou trote???
A segunda pergunta: Se os antigos criadores do século XX priorizavam a comodidade, por que a marcha batida do século XXI não apresenta a mesma qualidade no quesito comodidade??? Ressalva – em se tratando de cavalos e muares cuja principal utilidade é em passeios e cavalgadas, indubitavelmente a comodidade é o parâmetro de maior valor no contexto da avaliação qualitativa da marcha em julgamentos.
As respostas são variadas:
 – má interpretação do Padrão Racial, por desconhecimento do próprio árbitro, ou por orientação que tenha recebido do técnico responsavel pelos cursos de reciclagem e formação de árbitros;
- pouca importância dada ao Padrão Racial, que é o instrumento maior do aprimoramento genético de uma raça;
- falta de conhecimento da marcha batida clássica, original das raças brasileiras de equideos marchadores. Muitos árbitros, em especial os novatos, sem berço na antiga seleção de equideos marchadores, deveriam assistir, repetidamente, videos de autênticos marchadores, representativos da marcha batida clássica;
- modismos, que surgem de tempos em tempos, por questões comerciais e politicas. Quem segue moda não tem opinião própria;
- influências de outras raças, em especial da Mangalarga Marchador, que é a principal raça. Brasileiro adora copiar, sem apurar, estudar. O resultado pode ser uma “cópia falsificada”, a exemplo de todos os andamentos limitrofes ao trote convencional.
A solução é introduzir nos regulamentos de julgamento do andamento um novo quesito – NATURALIDADE. Todos os animais seriam obrigados a executarem testes de naturalidades da marcha, que podem ser os seguintes:

Transição passo/marcha – o cavaleiro deve relaxar os comandos de rédeas, pressão de pernas e assento, solicitando uma transição suave do passo relaxado para a marcha de velocidade baixa. A marcha pura nada mais é do que o passo em média ou alta velocidade. Se for notada diagonalidade excessiva, será marcha batida diagonalizada. Se a diagonalidade excessiva for acompanhada por elevação e flexão exageradas dos membros anteriores e posteriores será marcha trotada. Se a diagonalidade excessiva for acompanhada por momentos de suspensão será trote convencional.

Tablado – se as batidas dos cascos forem escutadas duas a duas será indicativo de andamentos limitrofes ao trote convencional. O animal deve marchar sobre o tablado sem interferência de equitação, ou seja, sem reunião de rédeas, pressão de pernas ou pressão de assento.

Analoc E – Computador Analisador da Marcha – Este é o teste mais preciso, há mais de dez anos disponibilizado para as associações brasileiras de equideos marchadores. Infelizmente, por questões meramente políticas, esta moderna tecnologia ainda não foi adotada nos julgamentos de andamento.

Câmera fotográfica digital – Na dúvida, o árbitro pode tirar fotos sequencias, que comprovarão o grau da dissociação. Exemplo: Se o par diagonal de membros estiver deslocamento na mesma fase (elevação ou avanço), em um mesmo intervalo de tempo, será marcha batida diagonalizada, marcha trotada ou trote convencional.
O fato é que a riqueza da equinocultura brasileira de marcha vem sendo empobrecida com os andamentos bastardos, ou seja, sem pureza genética. Anualmente, centenas de animais vêm sendo premiados como campeões, mesmo não sendo portadores de marcha tipica, seja porque o DNA carrega os genes do trote, ou porque o treinamento focou na diagonalidade do andamento. Milhares de compradores vem sendo enganados em compras de animais não autênticos de marcha, ou de marcha ensinada, a qual não será transmitida de geração a geração.
O momento é de reflexão profunda, quanto ao mal que a marcha batida diagonalizada, bem como outras modalidades de andamentos limitrofes ao trote convencional, estão fazendo ao aprimoramento zootécnico.

*Lúcio Sérgio de Andrade – Zootecnista, escritor, árbitro de equideos marchadores, Pedidos de livros impressos, livros digitais em CD, DVD’s, CURSOS ONLINE, equipamento para doma e treinamento de cavalos marchadores, através do site www.equicenterpublicacoes.com.br


Doma Racional

Antigamente toda a http://doma.com.br/images/logodoma_12pt.gif de Potros era calcada na dominação, intimidação, coerção através da dor física, do medo etc… Iniciação de Potros é uma nova nomenclatura usada para iniciar um potro como cavalo de sela.
Por isso, esse programa foi desenvolvido para preparar cavalos jovens que podem ou não terem recebido algum manejo ou trabalho.
As instruções estarão sendo dirigidas para o Trabalho de Chão visando a preparação desses animais para receberem sela e serem montados pela primeira vez.
O objetivo principal dos Trabalhos de Chão é conseguir mudanças psicológicas e a dessensibilização das áreas vulneráveis, com ênfase na honestidade e na construção da confiança, dentro de uma situação na qual o potro possa ser encilhado e montado pela primeira vez, sem estresse, para ambos, cavalo e cavaleiro, mantendo o potro calmo, relaxado quieto e respondendo adequadamente.
Criando condições para que o aluno possa construir em si próprio, habilidades no sentido de conseguir manter durante o processo uma moldura mental onde tanto ele como o potro estejam em segurança.
O aluno vai aprender a se ajustar às situações que vão aparecendo, no sentido de cada vez mais ser compreendido pelo potro.
Percebendo as mudanças:
a) de intimidação para confiança;
b) de resistência para vontade de colaborar;
c) de confusão para compreensão.
Estes são os principais pontos que estaremos focando. Para que no final da Clinica os participantes estejam montando seus animais com segurança e iniciando os trabalhos com o bridão.
O programa de Iniciação de Potros é feito para que possamos sempre tentando usar o mais alto grau de horsemanship naquilo que tradicionalmente se chama domar ou iniciar o Programa Escolarização e Disciplina de um potro.
Durante o tempo em que as pessoas vão estar envolvidas nesse programa elas vão aprender a ver e perceber a diferença que existe entre o que convencionalmente se chama quebrar ou domar para o que chamamos iniciar, escolarizar e disciplinar potros.
A finalidade desse programa é que as pessoas possam perceber que o processo e o caminho na obtenção do avanço e progresso do animal é a chave de todo o programa. É preciso que cavalo e cavaleiro se percebam crescendo dentro do processo. O resultado é uma mera conseqüência.
Como criar compreensão entre cavalo e domador Com progredir o potro a estágios mais avançados de treinamento É fundamental aprender a reconhecer e a perceber as varias situações que vão aparecendo no percorrer do caminho, assim como: Intimidação e ou medo no potro ou aquele que ignora o ser humano, Como construir a confiança no potro Como desenvolver a vontade de colaborar no potro Como encorajar o potro a receber e aceitar cabresto, sela, cavaleiro, laço, e cavaleiro.
Como perceber as mudanças de intimidação em confiança, resistência em vontade de colaborar, confusão em entendimento.
Criar no cavaleiro a habilidade de acalmar o potro, mantendo tanto cavalo como cavaleiro em segurança durante o processo.