sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

10 CURIOSIDADE QUE IRÃO TE SURPREENDER SOBRE CAVALOS

10 CURIOSIDADE QUE IRÃO TE SURPREENDER SOBRE CAVALOS
Pensando na paixão que tantas pessoas têm pelos cavalos, decidimos montar uma lista com diversas curiosidades sobre esse animal tão maravilhoso.
Nossa intenção é de passar informações e dados que pudessem surpreender até criadores e profissionais que passam a vida ao lado de um animal desses.
Confira se você conhece alguma(s) dela(s) e caso saiba alguma curiosidade compartilhe com a gente nos comentários!
1) Todo mundo que entra numa loja de departamentos nos Estados Unidos sabe que a divisão que fica na porta é a de perfumes. O hábito teria surgido no Velho Oeste, onde os cavalos faziam suas necessidades sem restrições. Os perfumes ajudavam a melhorar a qualidade do ar no interior da loja
2) Cavalos não conseguem respirar através da boca, eles utilizam apenas as narinas. Também não conseguem vomitar. Em caso de refluxo, as narinas são a via de saída. Ou seja, se o animal espirrar, saia de perto. Pode não ser um mero resfriado
3) Pode parecer difícil, mas tem gente por aí que tem medo e até pânico de cavalos. Os casos são em quantidade suficiente para que o distúrbio tenha nome: equinofobia. E quem sofre do mal também não vai muito com a cara de mulas, jumentos, pôneis e assemelhados
4) O cavalo mais velho já registrado morreu no dia 27 de novembro de 1822. Tinha 62 anos e seu nome era Old Billy. Passou suas seis décadas de vida na cidade britânica de Manchester
5) Já assistiu ao filme “O poderoso Chefão?” Lembra a cena em que um magnata do cinema acorda com uma cabeça de cavalo na cama? Pois bem, a cabeça era de verdade e foi doada por uma fábrica de ração para cães de Nova Jersey, nos EUA. A encomenda foi feira pelo diretor de fotografia Gordon Willis e entregue numa caixa com gelo seco.
6) Cavalos têm uma memória notável, especialmente de lugares onde eles sofreram sustos terríveis. Mas eles também têm uma memória mais, digamos afetiva. Podem se lembrar das pessoas que os trataram bem mesmo após um afastamento por longo período de tempo. Isso apenar de o cérebro de um equinos adulto ter cerca de metade do peso do de um humano.
7) Os cavalos são corresponsáveis pelo fato de os britânicos dirigirem do lado “errado” da rua. Em 1773, o governo de sua majestade lançou o Ato Geral de Rodovias. O documento estimulava carroças e cavaleiros a se deslocar pelo lado esquerdo da via. O objetivo era proteger pedestres contra chicotadas ou ferimentos provocados pelas espadas que os destros, cerca de 90% da humanidade, carregavam. Em 1835, o ato virou lei.
8) Os dentes dos cavalos nunca param de crescer. Para que não cheguem a tamanhos inacreditáveis, o animal desgasta seus dentes durante a mastigação. se por qualquer problema os dentes não se regenerarem, em pouco tempo o cavalo fica apenas com as gengivas à mostra.
9) O amor do povo da Mongólia pelos cavalos explica parte do sucesso que o imperador Gengis Khan teve como conquistador no século 12. Os mongóis foram os primeiros a domesticas cavalos selvagens. Hoje, há mais cavalos que pessoas no país.
10) Apesar de terem a sua imagem associada a estilos musicais menos nobres, os cavalos têm gosto musical refinado. Por conta disso, podem ser acalmados se submetidos a uma audição de música clássica.
Fo


Diagnóstico de deformidades flexurais em equinos

Diagnóstico de deformidades flexurais em equinos
As deformidades flexurais são alguns dos principais motivos de atendimento das clínicas veterinárias em equinos. O problema consiste na baixa capacidade de movimento de uma ou mais articulações do animal, e é mais recorrente em animais mais jovens e em formação.
Há vários tipos de deformidades flexurais, sendo que elas variam de acordo com o grau de comprometimento e origem. O emboletamento e o encastelamento são apenas dois exemplos.
As deformidades podem ser também divididas em congênitas ou adquiridas. A primeira pode ter diversas causas, sendo muitas até mesmo desconhecidas, embora haja uma linha de estudos que aponte para a nutrição errada como causa. Já a segunda, pode ser resultado de dores e inflamações que não tiveram, de início, o devido tratamento.
O diagnóstico pode ser realizado por meio do raio x com o auxilio de um profissional capacitado, que através da análise visual e de testes físicos, por meio dos movimentos do animal , pode descobrir a doença.
Já o tratamento passa geralmente pela medicação, fisioterapia, e nos casos mais sérios até mesmo a cirurgia corretiva.

O diagnóstico através do raio x pode auxiliar em resultados precisos e seguros. 

o desmame de potros.

Conheça os cuidados que devem ser tomados durante o desmame de potros
A alimentação dos equinos sempre foi um tema bastante debatido entre criadores e estudiosos. O assunto ganha ainda mais importância quando se fala em desmame de potrancos, já que a prática está intimamente relacionada com o crescimento e a saúde do animal.
Em geral, o desmame deve ser feito entre o sexto e o oitavo mês de vida do potro, quando os nutrientes da lactação começam a deixar de ser suficientes para o seu desenvolvimento. Desmamar o potro em uma faixa de idade menor pode ser arriscado, já que antes dos seis meses a taxa de crescimento e o ganho de peso são maiores e esse processo pode atrasar demasiadamente a evolução do equino.
Esse primeiro manejo alimentar deve ser realizado com cautela. Acontece que, se por um lado o sobrepeso prejudica o crescimento ósseo do cavalo e pode lhe trazer consequências irreversíveis, por outro a desnutrição causa perdas ao progresso corporal que dificilmente serão recuperadas pelo potro.
Além disso, o desapego de mãe e filho ocasionado pelo desmame é um dos períodos mais estressantes e traumáticos na vida de um cavalo. No entanto, existem técnicas capazes de atenuar e fazer com que os efeitos decorrentes desse processo sejam menos prejudiciais ao comportamento dos animais. Pelo menos é o que garante a médica veterinária Gabriella Möller, mestre em reprodução equina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em diagnóstico e cirurgia de equinos pelo IBVET (Instituto Brasileiro de Veterinária).
Segundo a especialista, antes de desleitar é importante que os potrancos sejam vacinados. Já que no período de desmame os potros tendem a ter imunidade baixa, os animais devem ser vacinados de acordo com o local em que vivem e às doenças as quais estão expostos. Além disso, a vacinação da égua gestante pode contribuir com a imunidade da cria, que recebe os anticorpos passivamente pelo colostro.
Desmame gradual
Gabriella aponta como ideal o desmame gradual, aquele em que o potro é retirado algumas horas por dia do convivo da mãe até se habituar à nova fase. No entanto, o procedimento demanda tempo e pode se tornar penoso para propriedades com um grande número de animais.
Sendo assim, como os potrancos vivem uma fase de aprendizado e não possuem experiência de vida suficiente para tomar decisões importantes, a solução para um desmame menos traumático passa pelo uso de uma égua madrinha. A técnica consiste em inserir uma fêmea mais velha sem potro junto à manada com cria. O procedimento deve ser feito pelo menos 30 dias antes do desmame, tempo suficiente para que os animais se acostumem com a égua que servirá de “professora”.
"Com a retirada das mães, os potros acabam seguindo as orientações do animal mais velho. Isso facilita a suplementação mineral, o racionamento e o manejo deles para troca de campo ou ida à mangueira", explica a veterinária.
Procedimentos
Enquanto afastados é aconselhado que os potros não consigam enxergar ou ouvir os relinchos de suas genitoras. Isso evita que eles se agitem e tentem pular cercas atrás de suas mães. A fim de contornar essa situação e manter o potranco mais calmo, em propriedades pequenas ou naquelas em que os aramados podem representar perigo, é certo manter o potro na mangueira por um ou dois dias com a égua madrinha, juntamente com água e comida.
Além disso, no desmame é importante que as mães sejam retiradas do potreiro e não os potros. Acontece que os potrancos já conhecem o seu habitat e realocá-los poderia acarretar-lhes mais um trauma. “Em um novo ambiente o risco deles se jogarem na cerca é maior. Além disso, podem ter dificuldade em encontrar água e se acalmarem”, esclarece Gabriella.
De acordo com a especialista, o processo do desmame pode ser conduzido pelo próprio criador. Nesses casos, o papel do veterinário reside no auxílio à adequação do método utilizado. “Quando houver disponibilidade de pastagens de inverno, como o azevém, o potro pode ser criado exclusivamente a pasto, recebendo apenas suplementação mineral. Se a disponibilidade de pasto não for suficiente, o potro pode ser suplementado com concentrado. Existem diversos produtos no mercado e o essencial é que a ração fornecida seja adequada à faixa etária de cada animal”, explica.
A égua gestante e a amamentação
Segundo Gabriella, a lactação exige que a égua consuma até 1,7 vez mais nutrientes que uma não lactante necessita. Esse número deve ser ainda maior quando, além de amamentar, a égua também está prenha.
A fim de recuperar a condição corporal, aconselha-se que as éguas prenhas parem de aleitar antes de entrar no terço final da gestação, período em que há o maior gasto energético.
Ausente o aporte nutricional adequado, a égua instintivamente irá priorizar a sua saúde em detrimento à do potro e à do feto. Sendo assim, o leite pode ficar mais escasso e com a qualidade abaixo da desejada e no que tange à gestação pode ocorrer a reabsorção embrionária ou aborto.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Aprenda a escolher o melhor tipo de capim para o seu equino.

04/08/2015
Aprenda a escolher o melhor tipo de capim para o seu equino.
Aprenda a escolher o melhor tipo de capim para o seu equino.
É possível oferecer ao cavalo uma grande variedade de alimento volumoso que ele, se adaptado, irá aproveitar bem os nutrientes
Os equinos são pela sua natureza e evolução de animais herbívoros, isto é, têm como alimentação fundamental volumoso, que pode ser de origem de gramíneas ou leguminosas.
Esse volumoso deve ser fornecido relativamente à vontade, deve ser de boa qualidade e adequado às necessidades da categoria a que o animal pertença, quer seja manutenção, crescimento, reprodução ou trabalho.
Cavalos que evoluíram em regiões com pouca qualidade e variedade de volumosos podem se adaptar à ingestão de alimentos lenhosos, de baixa qualidade nutritiva. Da mesma forma, os cavalos pantaneiros se adaptaram à ingestão de ervas submersas, tendo a capacidade de capturar e aproveitar os alimentos que ficam boa parte do ano embaixo d’água, assim como os cavalos lavradeiro de Roraima, criados a campo em uma região com grandes alternâncias climáticas, que em determinadas épocas do ano têm sua alimentação rarefeita.
É possível oferecer ao cavalo uma grande variedade de alimento volumoso que ele, se adaptado, irá aproveitar bem os nutrientes. Essa adaptação dá-se através de gerações de animais vivendo na mesma região e que, para sobreviver, devem se alimentar do que está disponível.
Entretanto, essas formas de alimentação não são as mais comuns à grande maioria dos equinos do Brasil.
Além disso, as exigências das criações equinas nos dias de hoje, quando se valoriza animais de grande porte, onde se deseja um potro com crescimento diferenciado, grande massa muscular, com elevado potencial para salto, resistência, beleza, etc., obriga-nos a oferecer ao cavalo alimentos de qualidade superior, pois somente assim nossas exigências serão cumpridas.

Abaixo alguns exemplos de capins preferenciais para equinos, mas que devem ser avaliados conforme adaptabilidade regional descrito pelo veterinário Daniel Souza:
Coast-cross: de excelente palatabilidade, adaptabilidade em diversas condições, valores adequados de proteína e fibra. De fácil manejo tanto para pastejo, como para campo de corte. É de implantação mais complicada por ser o plantio apenas por mudas.
Tifton: Variação do Coast-cross, com excelente palatabilidade, adaptabilidade em diversas condições, valores adequados de proteína e fibra. O manejo deve ser mais atento, pois passa do ponto de corte com mais facilidade que o coast-cross. É de implantação mais complicada por ser o plantio apenas por mudas.
Jiggs: Variação dos anteriores, com excelente palatabilidade, adaptabilidade em diversas condições, valores adequados de proteína e fibra. De fácil manejo, pois possui menos talo, sendo mais difícil passar do ponto de corte. Produz menos massa por área. É de implantação mais complicada por ser o plantio apenas por mudas.
Rhodes: Possui ótima palatabilidade, adaptabilidade variável, bons valores de fibra e proteína. De fácil manejo e implantação, pois o plantio é por sementes.
Colonião: Variedade mais conhecida dos capins tipo Panicum, com boa aceitação pelos animais, com proteína mediana. De fácil manejo e implantação, sendo o plantio por sementes ou mudas.
Aruana: Variedade de menor porte dos capins tipo Panicum (como Colonião), com ótima aceitação pelos animais, bons valores nutritivos, com proteína mediana. De fácil manejo e implantação, sendo o plantio por sementes.
Tanzânia: Variedade de menor porte dos capins tipo Panicum (como Colonião), porém maior que o aruana, com ótima aceitação pelos animais, bons valores nutritivos, com proteína mediana. De fácil manejo e implantação, sendo o plantio por sementes.
Capim Elefante: Nome genérico dos capins de grande porte, tendo como variedades o napier e cameroum, entre outros. São ótimas opções como capineira, sendo restrito o uso como pastejo pelo seu porte elevado. Possuem bons níveis nutritivos, se cortados no ponto certo, entre 1,60 e 2,50 m de altura. Se a planta estiver com menos de 1,60m de altura, possui teores muito baixo de fibra, podendo causar diarréia. Se estiver com mais de 2,50m de altura, possui teores muito elevados de fibra insolúvel, com baixo aproveitamento dos nutrientes, podendo ainda causar cólicas.
Publicado por: Tiago Soares


VOCÊ DEIXA SEU CAVALO EM COCHEIRA?

VOCÊ DEIXA SEU CAVALO EM COCHEIRA? ENTÃO LEIA ISSO AGORA!
Se a resposta for sim, leia até o final desse artigo, tenho certeza que irá pensar duas vezes antes de submeter seu cavalo a esse sistema.
Nesse artigo falaremos:
1.       Por que a cocheira é um mal;
2.       Possíveis problemas de acordo com o tempo de confinamento;
3.       Quando ela é necessária;
4.       Como os malefícios podem ser minimizados;
5.       Por último, qual seria uma boa alternativa.
1. Malefícios 
·         O cavalo é um animal essencialmente de movimentos
A trabalho ou até mesmo apenas pastando em liberdade ele está quase todo tempo em movimento. Parado mesmo ele só fica umas quatro ou cinco horas por dia para descansar e dormir. Mesmo assim de forma não contínua, esta é uma das suas estratégias de sobrevivência, para não ser encontrado facilmente pelos predadores.
·         Comportamento natural
Quando um equino está contente ele gosta de dar umas arrancadas, pulos, corridas e até esbarradas. Ele precisa se exercitar para estar condicionado fisicamente. Dentro da cocheira fechada esse instinto de sobrevivência fica bloqueado e o equino frustrado.
·         A privação de contato com seus amigos ou semelhantes.
O equino é um animal de grupo, estar sozinho significa uma privação social terrível. Imaginem nós humanos sermos obrigados a ficar trancados num quarto por doze ou mais horas todos os dias, sem televisão, sem alguém para conversar, sem celular, enfim sem nada para nos entretermos ou nos ocuparmos.
Tédio, ansiedade, tristeza, depressão, mau humor são algumas das consequências da tripla conjugação de solidão com ociosidade e falta de espaço.
·         Cocheira individual está longe de ser o ideal
Como animal de grupo, sempre que os equinos vão dormir um deles, em revezamento, permanece acordado com a função de dar sinais de alerta se alguma ameaça aparecer.
Mas numa cocheira individual o equino não pode contar com o companheiro, fazendo com que se sinta vulnerável quando está dormindo sozinho e assim não descansa como deveria.
·         Não é da natureza do cavalo se alimentar e nem deitar perto das suas próprias fezes e urinas.
Para que isso não aconteça precisaríamos limpá-la várias vezes por dia, o que normalmente não ocorre. Além disso, cama suja é ruim para saúde do casco, da pele e do sistema respiratório.
2. Possíveis problemas de acordo com o tempo de confinamento:
1.       A curto prazo:
O confinamento na cocheira pode ser a causa de excessivas excitações e de nervosismo. 
2.       A médio prazo:
A ociosidade e o tédio do encocheiramento por muitas horas seguidas geralmente são a causa de mau humor e de vícios de comportamento como engolir ar (aerofagia), tique de urso, etc.
3.       A longo prazo:
Um sedentarismo obrigatório, decorrente da imposição de ficar trancafiado várias horas por dia numa concheira, representa para o equino quase uma sentença de morte anunciada.
3. QUANDO A COCHEIRA É UM MAL MENOR OU NECESSÁRIO? 
Em várias situações como:
·         Animal com algum problema de saúde precisa, por tratamento, de privação de movimentos e de abrigo;
·         Quando não dispõe de campos ou piquetes para deixá-lo solto. Nesse caso a cocheira passa a ser um mal menor do que soltar o cavalo nas ruas;
·         Quando só possuímos pastos ou piquetes que ficam na beira de ruas ou estradas. À noite “todo gato é pardo”;
·         Quando em áreas urbanas de metrópoles é preciso manter grande número de cavalos para policiamento, hipismo e exposições.
·         Quando fora da cocheira a temperatura estiver abaixo de zero graus célsius e junto correr chuva prolongada.
4. COMO MINIMIZAR OS MALEFÍCIOS DO ENCOCHEIRAMENTO?
·         Retirando o cavalo da cocheira várias horas, todos os dias;
·         Equipando a cocheira com entretenimentos como bolas penduradas e espelhos altos;
·         Cocheiras devem ter as divisórias internas com paredes só até a altura do peito ou da cernelha. Daí para cima a divisão fica livre;
·         A cocheira deve ser ampla, de forma que não fique, por falta de suficiente espaço, a pisotear sobre a sua própria sujeira;
·         O cocho deve ter altura baixa, de forma a permitir que o animal possa se alimentar com o pescoço para baixo;
·         A cocheira, deve ser bem arejada e recebe sol algumas horas por dia.
·         A cocheira deve ser limpa sempre que estiver suja e não só uma única vez por dia.
5. ALTERNATIVA – QUAL SERIA UMA BOA ALTERNATIVA PARA A COCHEIRA?
Modernamente nos países de clima frio, mesmo onde constroem muitas cocheiras lado a lado, hoje há uma tendência de construírem  cada uma com uma pequena área anexa individual, de livre acesso, que funciona como solário e local para o animal relaxar um pouco do confinamento maior.
Mas o ideal mesmo seria não precisarmos das cocheiras. Caso sejam necessárias então uma boa alternativa seria substituí-las por abrigos, de livre acesso nos pastos e piquetes, onde os cochos, com divisórias de individualização, e os animais estivessem protegidos das intempéries mais drásticas como vento excessivamente frio, prolongada chuva intensa e sol muito forte.
 CONCLUSÃO
Na Suíça, um dos países onde os princípios do Bem-Estar Animal são levados a sério, a ninguém é permitido ter cavalo sem que ele disponha de companheiro da mesma espécie, e o encocheiramento por 24 horas seguidas é rigorosamente proibido.
A cocheira pode e deve ser entendida como a ferradura, um mal às vezes necessário. Mas devemos evitá-las sempre que possível.